domingo, 9 de fevereiro de 2014

Texto tirado do site da VEJA vale a leitura.

O calor é perigoso para cães e gatos

A hipertermia pode causar desmaios, convulsões e até morte. Saiba como protegê-los do calor intenso

Daniela Macedo
Cachorro e ventilador
(Istockphoto)
“A hipertermia é o problema mais comum — e o mais grave — para cães e gatos no verão”, diz o veterinário Marcelo Quinzani, diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care, em São Paulo. Como eles não transpiram, a respiração é a única forma de controle da temperatura do corpo. No verão, porém, o ar quente e úmido prejudica esse mecanismo. Resultado: o animal ofega na tentativa de intensificar a troca de calor. “O risco é ainda maior para animais obesos, para cachorros com pelagem densa, como bernese e husky siberiano, e para as raças braquicefálicas — aquelas de focinho curto —, como os cães boxer, buldogue e pug e os gatos persas, que já respiram com dificuldade em condições normais”, explica Mário Marcondes, diretor clínico do Hospital Veterinário Sena Madureira, em São Paulo. Veja, a seguir, os cuidados para prevenir a hipertermia no animalzinho.
EM CASA
Nada de deixar o animal no quintal constantemente ensolarado ou fechado no apartamento abafado. Sombra (em ambientes arejados) e água fresca são questão de sobrevivência para cães e gatos. Troque a água do bebedouro várias vezes ao dia e certifique-se de que o pote não fique exposto ao sol em nenhum momento — afinal, quem gosta de água morna? Vale até acrescentar umas pedrinhas de gelo ao bebedouro. Para os gatos, que preferem água corrente, um bebedouro eletrônico pode estimulá-los a ingerir mais líquido ao longo do dia. Dica dos especialistas: borrifar água no dorso e nas patinhas ajuda a resfriar o animal. Se ele ficar ofegante, enrole-o em uma toalha molhada com água fria e deixe-o por um tempinho em frente ao arcondicionado ou ventilador
E+/GETTY IMAGES
NO CARRO
Cachorros são loucos por passeios de carro, certo? O problema é que essa excitação também atrapalha o processo de resfriamento do corpo. Portanto, nos dias muito quentes, o ar-condicionado deve permanecer ligado durante todo o trajeto — e, de preferência, evite viagens longas durante o dia. Outra recomendação dos veterinários: nunca, em hipótese alguma, deixe o bicho preso no carro, nem com uma fresta do vidro aberta e sob uma árvore. Mesmo na sombra, a temperatura no interior do veículo sobe rapidamente, e o animal pode desmaiar ou até morrer em meia hora
AURORA/GETTY IMAGES
PASSEIOS
Cães são leais e nunca recusam um convite do dono para passear, mas se vivessem sozinhos na natureza jamais sairiam da toca sob o sol escaldante. Não é necessário suspender as caminhadas diárias, claro, mas o ideal é reduzir o percurso e restringir os horários das saídas: antes de 10 horas e após as 18 horas. Prefira locais gramados — o asfalto quente pode queimar os coxins, aquelas almofadinhas das patas — e leve água em bebedouros portáteis. A dica das borrifadas de água fria no dorso também se aplica aos passeios. E respeite os limites do cão: interrompa o passeio do animal ofegante, que tenta fugir do sol em busca das áreas sombreadas. Por fim, cães agressivos devem usar focinheira de ferro, um modelo que não impede a abertura da boca. E atenção! Passear com cães de focinho achatado nos dias quentes, com focinheira fechada, é meio caminho andado para uma hipertermia severa
ANTIPULGAS
Com a proliferação de parasitas no verão, os especialistas recomendam a aplicação de produtos que protegem o animal de pulgas e carrapatos a cada três semanas. “Evite dar banho dois dias antes e dois dias depois da aplicação do produto”, ensina o veterinário Mário Marcondes

BANHO E TOSA
As salas de banho e tosa das pet shops são ambientes propícios para a hipertermia: o stress prejudica a respiração do animal e, com os secadores ligados o dia inteiro, a temperatura fica sempre elevada. Evite os horários de pico do calor e mantenha o pelo dos animais mais curto que o habitual. Em casa, os banhos semanais devem ser feitos com água morna, pois a água muito fria pode causar choque térmico. Por fim, use apenas a toalha para secar animais de pelo curto, e o ar frio do secador para os de pelo longo
ATENÇÃO!
Se o animal mostrar-se inquieto, permanecer com a respiração ofegante e apresentar língua levemente arroxeada, mesmo após as tentativas caseiras de resfriá-lo, leve-o imediatamente ao veterinário, mantendo-o envolto em uma toalha molhada com água fria e, no carro, posicionado em frente à saída do ar-condicionado. “Em condições normais, a temperatura corporal não ultrapassa 39,5 graus. Se ela chegar a 40 graus, porém, só a respiração poderá ser insuficiente para resfriar o animal. Nesse caso, ele talvez precise de aplicação de soro refrigerado na veia ou até necessite ser sedado e entubado”, explica o veterinário Marcelo Quinzani

Cuidado com o sol!
O câncer de pele não é exclusivo dos seres humanos. A exposição prolongada ao sol é responsável pela incidência de câncer de pele em cães e, principalmente, em gatos — os bichanos são mais propensos em razão do hábito de passar horas tomando banhos de sol. Como os danos dos raios ultravioleta são cumulativos, a maioria dos casos envolve animais idosos.
Sintomas: a doença começa como uma manchinha avermelhada na pele e se torna uma ferida que não cicatriza ou, se cicatriza, volta logo em seguida
Áreas mais afetadas: regiões do corpo com pelagem menos densa. Nos gatos, as lesões malignas tendem a surgir nas pálpebras, no focinho, na parte interna das orelhas e na região entre os olhos e as orelhas. Nos cachorros, a área de risco é o abdômen
Prevenção: é possível proteger as áreas de pouca pelagem com protetor solar FPS 30 tradicional, desde que sem perfume e hipoalergênico. Como os gatos têm o hábito de se lamber constantemente, o ideal seria evitar os longos banhos de sol
Tratamento: consiste na remoção cirúrgica ou na crioterapia, em que a lesão é queimada com nitrogênio líquido. Parece simples e até pode ser, quando ela surge na barriga. Nos gatos, porém, a doença afeta pálpebras, orelhas e focinho, o que pode resultar em deformação da face. Vale frisar que, quanto mais precoce o diagnóstico, maiores são as chances de cura
Raças com maior risco de desenvolver a doença: animais de pelagem curta e branca. Como os tumores malignos costumam aparecer na cabeça, gatos e cães bi e tricolores, como fox paulistinha, bull terrier e whippet, também podem desenvolver a doença

​Dieta sem riscos
É difícil resistir à carinha de carente do cachorro diante de uma guloseima, não? Quando o alimento em questão for chocolate, ignorá-lo é a opção mais segura. O chocolate contém duas substâncias estimulantes que afetam o sistema nervoso central e fazem muito mal ao bicho de estimação: teobromina e cafeína. “Dependendo da quantidade ingerida, o chocolate pode causar vômito, diarreia, arritmia ou convulsão em cães e gatos”, diz Tatiane Marry Sipriani, clínica-geral do Koala Hospital Animal, em São Paulo. Quanto maior a concentração de cacau, maior o perigo para o bichinho. Veja outros alimentos que podem ser tóxicos para eles:
Uva: estudos apontam que a ingestão regular da fruta pode ser responsável por casos de insuficiência renal em cães e gatos
Derivados de leite: para alguns animais, sorvete, iogurte e outros produtos com lactose podem provocar vômito e diarreia
Alho e cebola: o consumo regular de comida temperada com alho e cebola pode afetar a produção de glóbulos vermelhos e levar à anemia

sábado, 16 de novembro de 2013

DIABETE EM GATOS E CÃES


Os sintomas em cães e gatos são semelhantes aos apresentados por humanos.

Cães e gatos geralmente apresentam um estabelecimento gradual da doença, ao longo de semanas, o que pode passar despercebido por algum tempo. A condição é incomum em gatos com menos de sete anos, embora cães jovens sejam mais suscetíveis a diabetes tipo 1 (juvenil). Os primeiros sintomas evidentes são uma súbita perda ou ganho peso, acompanhado por beber e urinar excessivos. Os gatos, por exemplo, podem desenvolver uma aparente obsessão por água e passar a espreitar torneiras e bebedouros. O apetite subitamente aumenta (até três vezes o normal) ou se torna ausente. Nos cães, os sintomas subsequentes são problemas visuais e catarata, enquanto que em gatos pode haver enfraquecimento dos membros traseiros (neuropatia periférica), tornando a marcha empolada ou vacilante. Nesse estágio, um teste rápido empregando fitas indicadoras de glicose/corpos cetônicos (o mesmo que o utilizado na dieta Atkins) pode ser empregado no diagnóstico. Caso a fita evidencie glicose na urina, deve-se suspeitar de diabetes. Se uma fita indicar corpos cetônicos, o animal deve ser levada para uma clínica de emergência imediatamente.

Diabetes é uma enfermidade tratável, porém é potencialmente letal quando não tratada. Diagnóstico precoce e tratamento veterinário adequado podem não só prevenir danos neurológicos, como também, no caso de felinos, levar à remissão da doença. Gatos costumam responder melhor à insulina de longa duração e dieta com baixos níveis de carboidratos, enquanto que, em cães, a melhor resposta aos tratamentos varia bastante entre indivíduos.

Hipoglicemiantes orais, como a glipizida, que estimulam o pâncreas promover a liberação de insulina, (ou, em alguns casos, reduzir a produção de glicose) funcionam em uma pequena percentagem dos gatos, mas tais medicamentos são completamente ineficientes caso o pâncreas não esteja funcionando. Como agravante, alguns estudos demonstraram que essas drogas podem danificar o pâncreas ainda mais, reduzindo as chances de remissão para gatos, e causar dano hepático. Muitos receiam trocar a medicação oral pelas injeções de insulina, mas o medo é injustificado: a diferença de custo e conveniência é menor, (muitas vezes é mais fácil administrar medicação injetável do que medicação oral aos gatos) e injeções são mais eficazes em quase todos os casos.

Cães e gatos podem ser tratados com insulina animal (suína é mais semelhante a insulina natural do cão; bovina mais semelhante à do gato), ou com insulinas humanas sintéticas. A melhor escolha do tipo de insulina varia individualmente entre os animais e pode exigir alguma experimentação.


domingo, 6 de outubro de 2013

BRONQUITE

É a inflamação de uma parte do trato respiratório ou vias aéreas menores, chamado bronquio. Esta “região” é uma ramificação da traqueia e está localizada na entrada dos pulmões, e permite o transporte de ar para dentro e para fora dos pulmões.

Bronquite crônica é o termo geralmente utilizado parra descrever uma síndrome respiratória progressiva, caracterizada pelo excesso de secreção de muco na árvore brônquica persistindo por pelo menos 2 meses consecutivos.

Os brônquios podem tornar-se obstruídos por causa de constrição ou contração dos músculos das paredes dessas vias áreas, de inflamação ou irritação das vias aéreas ou de secreção excessiva de muco que tampa o interior das vias aéreas , sendo o resultado final uma capacidade prejudicada de levar o oxigênio aos pulmões para que seja liberado para o resto do corpo.

GATOS

A bronquite felina, também é chamada de asma. Asma em pessoas refere-se principalmente a constrição reversível dos músculos das paredes dos brônquios. Já a bronquite está associada ao inchaço das paredes do brônquio que causam passagem estreitada e obstrução das vias aéreas por tampões de muco ou outras secreções, que ajudam estreitar ainda mais esses tubos. Alguns gatos possuem asma verdadeira, enquanto outros tem bronquite. Clinicamente essa diferença é observada pela variação na gravidade dos sinais e na resposta a terapia. A bronquite felina não é uma doença específica mas sim um diagnóstico descritivo. Em muitos gatos a bronquite é idiopática, ou seja, sem cauda definida. Todavia, algumas doenças tratáveis que podem estar associadas a bronquite felina devem ser consideradas na avaliação diagnóstica, como bronquite alérgica, infecção bacteriana ou por micoplasma, parasitas pulmonares e dirofilariose.

CÃES

Bronquite crônica é, em associação com colapso da traqueia provavelmente a doença do trato respiratório mais comum em cães. Inflamação das vias respiratórias, leva a tosse crônica e excessiva produção de muco. Devido ao fato que cães não conseguem expectorar (cuspir), fica difícil saber se o cão está produzindo excesso de muco. Portanto, o diagnóstico é quase sempre baseado nos quadros de tosse crônica. A bronquite crônica ocorre mais comumente em cães de raças pequenas e de meia idade a idosos. Sendo algumas raças com maior prevalência, entre elas Poodle Toy, Pequines, Yorkshire terriers, Chihuahuas, e Lulu da Pomerania.


http://www.clinipet.com/informativos/1-clinicageral/50-bronquite.html

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domingo, 29 de setembro de 2013

DOENÇA RENAL POLICÍSTICA

A doença renal policística PDK é uma doença hereditária, de caráter autossômico dominante e que acomete os rins de gatos persas ou mestiços dessa raça. 

Os sinais da doença ocorrem de forma tardia, entre três a dez anos de idade, quando geralmente o quadro de insuficiência renal começa a se instalar. 

Atualmente o exame ultrassonográfico dos rins é de extrema importância, por ser um método não-invasivo mais prático para diagnosticar a presença de cistos renais. A insuficiência renal é geralmente diagnosticada mediante análise de urina e de sangue (hemograma).

A presente revisão de literatura tem por objetivo relatar que esta enfermidade que possui uma relativa gravidade a qual necessita de diagnóstico precoce para possibilitar uma melhor qualidade de vida ao animal, uma vez que não há um tratamento específico para a doença.
Os sinais que podem dar o alarme de insuficiência renal incluem:
  • Apatia, letargia
  • Depressão
  • Polidipsia: aumento significativo do consumo de água
  • Alteração dos hábitos urinários
  • Poliúria: urinar muito
  • Anorexia
  • Perda de peso
  • Empobrecimento dos pelos
  • Convulsões ou cegueira
  • Vómitos ou diarreia
  • Anemia
  • Hipertensão arterial
  • Falta de coordenação dos movimentos e perda do equilíbrio (ataxia)
A remoção dos cistos também não é possível em virtude do tamanho e quantidade dos mesmos.

sábado, 7 de setembro de 2013

Seu cão adora passear


Passeio



Você sabia que o tempo ideal de passeio com um cão é entre 40 e 50 minutos.

Caminhar diariamente é extremamente positivo para a saúde dos cachorros, sendo um dos fatores de grande influência sobre a expectativa de vida do animal. O passeio permite controlar o peso, aumentar a massa muscular, prevenir problemas nas articulações, controlar o índice glicêmico, ter um bom preparo físico e cardiopulmonar, além de estimular e apurar a audição e do olfato.

Os cães que não saem com frequência de casa se sentem ameaçados quando precisam sair, o que pode gerar um comportamento tenso ou agressivo. Quando estão em casa, os animais criados desta maneira podem expressar distúrbios comportamentais, sendo hiperativos, destruidores de objetos, recebendo mal as visitas ou vivendo em depressão contínua.

Pense nisso:

- Saúde e bem-estar do animal
- Tira o desânimo e o tédio do cão
- Diminui e evita o estresse do animal
- Equilibra a energia
- Aumenta a felicidade e a satisfação do cão

domingo, 11 de agosto de 2013

LEPTOSPIROSE

A leptospirose, também chamada de Mal de Adolf Weil ou, na sua forma mais grave, Síndrome de Weil. É uma doença bacteriana que afeta seres humanos e animais e que pode ser fatal. Foi classificada em 1907, graças a um exame post mortem realizado com uma amostra de rim infectado - mas vale lembrar que a doença já havia sido identificada em 1886, pelo patologista alemão Adolf Weil (em sua "homenagem", a doença recebeu o nome de "Mal de Weil").

Pode ser classificada em:
  • Forma anictérica (sem amarelamento da pele) ou com poucos sintomas. É a forma mais benigna e presente em 90% dos doentes.
  • Forma ictérica (pele amarelada) ou Doença de Weil. Forma mais grave que acomete 10% dos doentes, podendo levar à morte.
É uma zoonose causada por uma bactéria do tipo Leptospira que, eliminada principalmente na urina de roedores, permanece em coleções de água a espera da pessoa que nela adentre. Assim, as pessoas podem contaminar-se não apenas ao entrar em áreas urbanas alagadas pela chuva, como também em coleções de águas rurais de lagoas, represas e riachos. A bactéria invade por pequenas lesões de pele ou pelas mucosas em contato com a água (oral, nasal e ocular).

O diagnóstico da doença não é fácil, dada a variedade de sintomas, comuns em outros quadros clínicos. O diagnóstico final é confirmado por meio de testes sorológicos como o Ensaio Detector de Anticorpos de Enzimas e o PCR (sigla em inglês para Reação em Cadeia da Polimerase = Polymerase Chain Reaction).

Como ocorre em várias outras doenças infecciosas, o quadro clínico da leptospirose varia muito de indivíduo para indivíduo. O paciente pode apresentar desde quase nenhum sintoma, o que é o mais comum, até um quadro grave com risco de vida.Entre alguns sintomas estão a dor de cabeça e dores musculares.

O período de incubação pode variar de 2 a 45 dias. A média é 10 dias de intervalo entre a contaminação e o início dos sintomas da leptospirose.

Mais de 75% dos pacientes apresentam febre alta com calafrios, dor de cabeça e dor muscular principalmente nos membros inferiores e panturrilha que, às vezes, atrapalha inclusive a locomoção do paciente tamanha a intensidade da dor. 50% apresentam náuseas, vômitos e diarreia. Um achado típico da leptospirose é a hiperemia conjuntival (olhos acentuadamente avermelhados).

Outros sintomas possíveis incluem tosse, faringite, dor articular, dor abdominal, sinais de meningite, manchas pelo corpo e aumento dos linfonodos, baço e fígado.

Como os sintomas da leptospirose são semelhantes às de várias outras doenças febris, o dado mais importante para o seu diagnóstico é a exposição recente a situações de risco como enchentes ou contato com água de poços, fossas, bueiros e esgoto.

A maioria dos pacientes melhora em uma semana. Algumas vezes a evolução da doença é bifásica, com alguma melhora por 10 a 15 dias seguido de nova piora dos sintomas.

A maioria dos casos de leptospirose apresenta evolução benigna, porém, em cerca de 10% a evolução é mais grave, complicando com insuficiência renal aguda , hemorragias, insuficiência hepática e insuficiência respiratória.

Os pacientes que complicam costumam apresentar sinais de icterícia (pele amarelada) após o terceiro dia de doença. Um sinal muito característico da forma grave é a icterícia bilirrubínica (icterícia mais vaso dilatação, uma mistura de pele amarelada e vermelha, muitas vezes de aspecto alaranjado). O diagnóstico do final é normalmente feito através da sorologia sanguínea. Conhecida também como doença do rato.

A doença é transmitida pela água e urina dos animais, principalmente ratos. Em caso de enchente pode ser mais perigoso, já que as pessoas passam pela água suja sem proteção, correndo mais risco de pegar a doença, por restos de urina seca pode ser transmitida pelo ar. Se não for tratada corretamente a situação pode se agravar e pode levar a morte, apesar de ser raro.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Leptospirose